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Li Changsen:
Um dos primeiros falantes de português na China

Foi intérprete dos conselheiros que deram treino militar aos guerrilheiros que lutaram contra as tropas lusas, esteve na Guiné-Bissau a fomentar a educação patriótica, “ideal muito nobre” de servir a sua China natal onde foi um dos primeiros a falar português. Hoje considera Portugal a sua segunda pátria

Europeu, asiático, urbano

A vida de José Sales Marques, 52 anos, tem sido marcada pelo cruzamento das culturas oriental e europeia. Desde logo, por ser macaense, descendente de portugueses e asiáticos, nascido numa terra que desde o século XVI tem sido precisamente fruto desse intercâmbio de culturas.

A nova menina-prodígio do desporto português

A jovem tenista Michelle Brito quer chegar a número um do ranking. Depois de conquistar o mundial júnior, prepara-se para começar a triunfar no circuito internacional

Mais de 21 mil crianças

Com quase 26 anos de permanência em Macau, Jorge Humberto viu a agora região administrativa especial desenvolver-se e assistiu à transformação completa do Centro Hospitalar Conde de S. Januário

Wang Zhigen, amigo da Lusofonia

No seu (e de Ruy Guerra) histórico e politicamente datado “Fado Tropical”, de 1972-73, Chico Buarque de Hollanda transpunha geografias e fazia o brasileiro Rio Amazonas atravessar o português Trás-os-Montes e “numa pororoca”, desaguar no Tejo.

A pintura que “espia” Macau

Tem a alma de agente secreto estampada nas telas pelas intricadas narrativas e mensagens codificadas. Chama-se Konstantin Bessmertny, nasceu na Rússia e vive há mais de uma década em Macau.

O negociador

Sete anos e meio no Oriente não o transformaram num sinólogo, até porque não fala a língua. Santana Carlos, que acaba de trocar Pequim por Londres, não esconde que o trabalho em Macau e na China lhe permitiu verificar a competência, o elevado profissionalismo e o pragmatismo da diplomacia chinesa.

Cultura bonita

O cineasta Flora Gomes defende a preservação da cultura africana, que é importante não negar “aquilo que é nosso” e, muito menos, tentar “abraçar outras culturas sob o pretexto de que essas são as melhores”.

“O meu sonho era poder estudar”

O presidente do Instituto Politécnico de Macau formatou em Pequim a sua vocação para o ensino. Mas foi na RAEM que cimentou a carreira docente e descobriu a paixão pela língua e cultura portuguesas.

Jurista sem fronteiras

Foi longo o seu percurso até Rui Cunha atingir o estatuto de que hoje goza em Macau: advogado de sucesso e influente no império de Stanley Ho. O menino de Damão fez-se jovem em Goa e descobriu a maturidade na magistratura exercida nos quatro cantos do mundo lusófono.

Tripla identidade

“Como os Évora chegaram a Macau? De avião.” A primeira resposta de Mário Évora e os risos subsequentes deram o tom que iria dominar a entrevista.

 


 


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