Sexta-feira, Abril 10, 2020
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Espectáculos & Exposições

A maior de sempre além-fronteiras

Acessórios Imaginários é a maior mostra de arte contemporânea de Macau além-fronteiras. O Museu do Oriente, em Lisboa, foi palco desta colectiva nos últimos dois meses. Da montagem à inauguração, Macau mostrou como evoluiu em apenas três gerações de artistas que hoje marcam a diferença pelo profissionalismo, diversidade e humor das suas obras

FESTIVAL INTERNACIONAL DE MÚSICA DE MACAU

São 21 propostas provenientes do Reino Unido, Alemanha, Áustria, Itália, República Checa, Polónia, Portugal, EUA, Argentina, Venezuela, Singapura e Austrália, para além do Interior da China, que em Outubro e princípios de Novembro vão colorir os palcos de Macau de sons antigos e experimentais

A maior de sempre

Durante os quatros dias do certame, realizaram-se vários iniciativas, nomeadamente acções de promoção do centro de procura de produtos e serviços de business matching, envolvendo produtos oriundos da China, de países de língua portuguesa, Estados Unidos, Japão, Macau e Hong Kong, entre outros

Crescimento e exotismo

Um dos maiores rappers portugueses, esteve pela primeira vez em Macau, durante o festival de artes. Deixa-nos o testemunho de um primeiro olhar, cheio de surpresas

Um festim de culturas

Como que a concorrer com a Torre de Macau, um baobab de 15 metros de altura eleva as artes de rua do primeiro circo africano, com expressão cultural da Guiné-Conacri e técnica da Europa; no Templo da Barra, um palco de água embala mais de 150 marionetas do Vietname, recuperando histórias de aldeia com 900 anos de tradição; na Fortaleza do Monte, Portugal e China firmam laços antigos no encontro mágico da Ala dos Namorados com a Orquestra Chinesa de Macau... Boas surpresas, no Festival de Artes de Macau, que animou a cidade entre 11 de Março e 1 de Abril

Festival de fado maior

Foi de encontros que se fez o XIX Festival Internacional de Música de Macau. De chineses com portugueses. De japoneses com chineses. Na ópera, nas Ruínas de São Paulo e na Torre de Macau, onde o fado bailou nos corações. A Orquestra Chinesa de Macau acompanhou Kátia Guerreiro na viagem às tradições que poderá continuar em Portugal