Terça-feira, Abril 20, 2021
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Património

Guardiães da História

Preservar é palavra de ordem numa cidade que tem um património sem igual. À MACAU, o Instituto Cultural explica os desafios do...

Lai Chi Vun, onde Macau tem outro tempo

Lai Chi Vun vai ter nova vida. O Governo decidiu que parte dos lotes qualificados na zona dos estaleiros de construção naval...

Ruínas de São Paulo, as mil vidas de um ex-líbris

Foi um dos mais imponentes templos católicos da Ásia, universidade, quartel, museu a céu aberto, atracção turística e até cemitério. O mais conhecido ex-líbris...

O que a UNESCO viu em Macau

Foi há 15 anos que o Centro Histórico de Macau passou a ser património da UNESCO. Para assinalar a data, o Instituto...

Simbologia | O Rato, o signo da inteligência e do charme

當人們談論將要發生的事情時,老鼠在椽裡大笑。Quando os homens discutem o que há-se ser, os ratos riem nas vigas do telhado (provérbio chinês)

Associação quer tornar circuito do Grande Prémio de Macau património da UNESCO

Uma associação quer ver incluído no património da UNESCO o circuito do Grande Prémio de Macau, evento citadino que celebra este ano a 66.ª edição e atravessa vários edifícios classificados no território, disse à Lusa o presidente daquela associação.

O toque chinês que influenciou a literatura e a arquitectura do Brasil colonial

Uma pequena igreja no interior do Estado brasileiro de Minas Gerais tem as suas paredes ornamentadas com torres, flores e pássaros chineses. As pinturas têm séculos de existência, mas ainda hoje nos transportam para o Oriente. Embora seja uma relação pouco conhecida, a cultura chinesa deixou marcas fortes em várias igrejas brasileiras do período colonial. São as “chinesices”, termo que se refere à imitação ou adopção de padrões chineses na arquitectura e na literatura, que tiveram o seu auge durante o Ciclo do Ouro no Brasil

Nova vida para a Vila de Nossa Senhora em Ká Hó

A história da comunidade de leprosos que viveu em Ká Hó no século passado vai ganhar um espaço próprio, na antiga Igreja de Nossa Senhora das Dores. O Governo diz que as cinco casas da Vila de Nossa Senhora vão ainda transformar-se num espaço de formação e educação artística para jovens

Toponímia | Histórias de Rua

Os nomes das ruas de Macau, gravados em azulejo e escritos em duas línguas, são testemunha – e muitas vezes única fonte – de alguns dos mais importantes episódios da história da cidade. A MACAU saiu à rua, visitou bairros antigos, falou com quem lá mora, com historiadores e biógrafos, e recolheu algumas das histórias que estes lugares têm para contar.

Patuá | Uma língua que teima em viver 

A sentença é há muito conhecida: com um número de falantes que não chega à centena e há várias gerações arredado do domínio do lar, o patuá é uma língua virtualmente morta. No entanto, “o papiá cristam di Macau” nunca foi tão estudado como agora, nunca teve tanta visibilidade e nunca esteve tão presente no imaginário comum da região. No ano em que o grupo Dóci Papiáçam di Macau completa um quarto de século, a MACAU tenta perceber o que reserva o futuro a uma manifestação que mais do que um mero idioma, é uma marca incontornável da identidade da comunidade macaense. O futuro da língua maquista, dizem os especialistas, pode estar, em grande medida, no mundo virtual.

Paixão pelo bambu

A utilização do bambu como material de construção em Macau é uma prática secular, que tem passado de geração em geração sem que exista um manual, um livro. Três arquitectos portugueses empenham-se agora para que este conhecimento adquirido de forma empírica entre para a lista de património imaterial de Macau.

Macau e Portugal juntos na Memória do Mundo da UNESCO 

As “Chapas Sínicas”, vasta colecção de registos de Macau durante a dinastia Qing, foram reconhecidas em Outubro pela UNESCO e inscritas no Registo da Memória do Mundo. A MACAU falou com os responsáveis pela primeira candidatura conjunta entre a RAEM e Portugal.