Quinta-feira, Julho 9, 2020
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Património

Patuá | Uma língua que teima em viver 

A sentença é há muito conhecida: com um número de falantes que não chega à centena e há várias gerações arredado do domínio do lar, o patuá é uma língua virtualmente morta. No entanto, “o papiá cristam di Macau” nunca foi tão estudado como agora, nunca teve tanta visibilidade e nunca esteve tão presente no imaginário comum da região. No ano em que o grupo Dóci Papiáçam di Macau completa um quarto de século, a MACAU tenta perceber o que reserva o futuro a uma manifestação que mais do que um mero idioma, é uma marca incontornável da identidade da comunidade macaense. O futuro da língua maquista, dizem os especialistas, pode estar, em grande medida, no mundo virtual.

Paixão pelo bambu

A utilização do bambu como material de construção em Macau é uma prática secular, que tem passado de geração em geração sem que exista um manual, um livro. Três arquitectos portugueses empenham-se agora para que este conhecimento adquirido de forma empírica entre para a lista de património imaterial de Macau.

Macau e Portugal juntos na Memória do Mundo da UNESCO 

As “Chapas Sínicas”, vasta colecção de registos de Macau durante a dinastia Qing, foram reconhecidas em Outubro pela UNESCO e inscritas no Registo da Memória do Mundo. A MACAU falou com os responsáveis pela primeira candidatura conjunta entre a RAEM e Portugal.

Gastronomia | Macau na Rede das Cidades Criativas da UNESCO 

A inclusão de Macau na rede de Cidades Criativas da UNESCO na área da gastronomia pode ser uma oportunidade para dar a conhecer ao mundo a culinária macaense, defendem responsáveis por associações de promoção da cultura macaense.

Macau espera que entrada na rede das Cidades Criativas desperte apetite pela gastronomia macaense

O governo de Macau espera que a entrada para a rede das Cidades Criativas da UNESCO "desperte o interesse entre as gerações mais novas sobre a cultura gastronómica, especialmente da comida macaense".

Cozinheiros juntam-se para criar uma nova gastronomia comum aos países lusófonos

A criação de uma "nova linguagem gastronómica", comum aos países lusófonos, aproveitando os produtos locais para desenvolver novas receitas, é o "desafio inédito" a que pretende responder o Observatório da Gastronomia da Lusofonia.

O Culto Mariano 

Macau é o único local da Ásia onde o dia 8 de Dezembro, data da festa à sua padroeira, a Imaculada Conceição, é feriado público. O culto mariano em Macau é muito antigo e encontra a sua razão de ser na não menos antiga devoção dos portugueses à Virgem Maria.

Caligrafia | Regresso às origens 

O Instituto de Formação Turística oferece este ano lectivo dois níveis de caligrafia chinesa. A necessidade de conhecer mais sobre a própria cultura levou vários locais de regresso à escola.

Ambrose So | “Caligrafia é uma pintura feita com o coração” 

Ambrose So é licenciado em Matemática e Física, director executivo da Sociedade de Jogos de Macau (SJM), braço direito de Stanley Ho. Mas muito antes de tudo isso, já a caligrafia fazia parte da vida deste empresário. “Encontramos sempre tempo para aquilo que amamos”, diz So, para quem esta arte chinesa é também um encontro com poetas, com a natureza e a história. Em entrevista à MACAU, o também fundador da Sociedade Jiazi de Caligrafia fala de um percurso que começou na escola primária, em Hong Kong, de onde é natural, e deixa uma dica a quem quer aprender: não existem atalhos para a caligrafia. Tal como não existem para o amor.

Procissões católicas entram para lista de património intangível de Macau

As procissões católicas do Nosso Senhor Bom Jesus dos Passos e de Nossa Senhora de Fátima entraram para a lista de património intangível de Macau.

Uma nova casa para os livros

Os sete edifícios que deram lugar à Biblioteca do Patane, no Porto Interior, foram em tempos casas-loja, estruturas que combinavam a actividade comercial e habitacional. Hoje preservam ainda uma parte importante dessa história.

Estaleiros de Lai Chi Vun, o último baú de memórias da outrora indústria naval de Macau

Lai Chi Vun é como um baú de memórias da outrora importante indústria naval de Macau. Nos estaleiros, de onde o último barco saiu há mais de uma década, resiste a nostalgia de quem fez vida daquele tradicional ofício.