Domingo, Julho 12, 2020
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Tripla identidade

“Como os Évora chegaram a Macau? De avião.” A primeira resposta de Mário Évora e os risos subsequentes deram o tom que iria dominar a entrevista. A conversa viajou pela chegada da família a Macau; pela infância dos dois irmãos; pela “emancipação” universitária; pelos amores da Medicina, música e desporto... pelas ligações a Cabo Verde, Portugal, Macau. A acompanhar as palavras e as memórias, um bife de atum e uma caldeirada de marisco, sabores da semana gastronómica de Cabo Verde

“Um angolano em Macau”

Diz que “a seguir ao Vinicius de Moraes”, o poeta-cantor brasileiro, é “o único preto-branco” que existe. Na verdade, seguir o rasto da sua identidade implica uma viagem de geografias distantes, um mundo repleto de diferenças