Quinta-feira, Julho 2, 2020
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Deolinda sonham tocar em Macau

Macau pode muito bem ser o primeiro palco que os Deolinda vão pisar a Oriente. Depois de no ano passado terem sido obrigados a recusar um convite esperam que em breve se proporcione concretizar o projecto. Nos camarins, Ana Bacalhau deixou bem claro o quanto lhe agrada a ideia: “Adorava ir a Macau!”

À descoberta de Veneza

Edgar Martins, James Chu, Alice Kok, João Magalhães e Ana Mafalda Botelho vão representar o território na 54.ª edição da Bienal das Artes de Veneza. As expectativas são altas, já que se trata da maior participação de sempre de Macau na catedral das bienais no mundo

A maior de sempre além-fronteiras

Acessórios Imaginários é a maior mostra de arte contemporânea de Macau além-fronteiras. O Museu do Oriente, em Lisboa, foi palco desta colectiva nos últimos dois meses. Da montagem à inauguração, Macau mostrou como evoluiu em apenas três gerações de artistas que hoje marcam a diferença pelo profissionalismo, diversidade e humor das suas obras

Falando de José Vicente Jorge (1872 – 1948)

Um percurso de vida que ajudou a tornar possível a existência de uma Macau maioritariamente chinesa sob a bandeira portuguesa num período em que Portugal e a China aboliam monarquias e experimentavam a República, defrontavam o imperialismo ocidental e oriental, sofriam guerras e convulsões sociais, num mundo todo ele em profunda e violenta transformação

A “casa da mãe”

É deste modo que o padre Lancelote Miguel Rodrigues se refere a Malaca sempre que recorda a cidade que o viu nascer, em 1923. Numa visita guiada aos locais onde viveu parte da meninice, antes de voar para Macau aos 12 anos de idade, o sacerdote levou-nos às casas, à escola e aos bairros que marcaram os primeiros anos da sua longa jornada

Celebrar um idioma

Portugal, Brasil, África, Galiza, Macau e outros pontos da Ásia: a língua portuguesa e os diferentes lugares que a acolhem fizeram do Colóquio da Lusofonia, que passou pela RAEM, um espaço de encontros. Académicos, escritores ou simples amantes da palavra falaram de quase tudo e também do patoá

Cidade dos poetas

Professores, jornalistas, tradutores, artistas, estudantes ou mesmo funcionários de uma repartição pública. É no desfecho de um dia de trabalho, ao pender da noite, que se tornam escritores

As caras por detrás dos livros

Vivem em Macau, escrevem sobre o território, mas são poucos os que aqui nasceram. A conversa com quem escreve em Macau é um permanente vaivém ao passado, com passagens pelo continente chinês, Portugal ou Austrália. É uma volta ao mundo. Em palavras

Chineses aprendem mais português

Disparado pelos negócios com os países lusófonos, o ensino do português deu um salto significativo na China nos últimos anos. De quatro passaram a ser 14 as universidades a leccionar a língua, sem contar com as instituições privadas de norte a sul do país

A influência europeia na identidade cabo-verdiana

O cabo-verdiano que hoje somos é o resultado de todos os tipos humanos que ao longo dos séculos povoaram as ilhas