Quinta-feira, Julho 9, 2020
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Uma década a divulgar talentos

O Centro de Indústrias Criativas - Creative Macau assinala o 10.º aniversário com uma exposição e um livro comemorativo. Artistas de diversas áreas criativas foram desafiados a “pedirem um desejo” e a realizá-lo através do seu talento. Cerca de 22 criativos locais responderam ao repto criando um conjunto de obras que vai integrar a exposição de aniversário intitulada Make a Wish, que inaugura a 28 de Agosto, no edifício do Centro Cultural de Macau

Fai chi (pauzinhos)

Há pauzinhos de bambu, de osso, de prata ou de jade, mas a maioria é de plástico ou de madeira de faia. Uns são decorados a ouro e outros pintados com caracteres. Mas há 3000 anos, altura em que se acredita que os pauzinhos tenham sido inventados na China da dinastia Shang (1766-1122 a.C.), não passavam de meros galhos de árvore que levavam à boca a comida quente, ainda que o último imperador desta era já tenha mandado fazer os pauzinhos em marfim

Um poeta no inferno

Lucas José de Alvarenga Jovem brasileiro governador de Macau (1809-1810)

A fazer história há 80 anos

O Anuário do Jardim de Infância D. José Costa Nunes, editado pela Associação de Pais da instituição, é o primeiro de uma série que pretende registar a história e a arquitectura da escola, que comemora 80 anos de existência em 2013

Confúcio já sabe sambar

A China foi o principal parceiro comercial do Brasil em 2012, mas as relações entre os dois países florescem para lá dos negócios. Luís Paulino, professor no IC da Universidade Estadual Paulista (UNESP), a maior universidade brasileira, explica como os dois países estão cada vez mais próximos

Uma ponte entre a China e a lusofonia

É uma instituição da Universidade de Lisboa mas que pela sua condição e geografia se assume cada vez mais como uma ponte entre a China e as lusofonias. Se há quatro anos o Instituto Confúcio era ainda um ensaio sobre o futuro da língua chinesa no meio académico português, hoje perfila-se como um instrumento da língua nas relações culturais, mas também económicas e comerciais

Como a China abraçou o mundo

O Instituto Confúcio poderia ser apenas uma forma de ensinar mandarim, mas afirmou-se depressa como instrumento privilegiado para divulgar um país. A China quis apresentar-se e as centenas de institutos espalhados pelo globo são o cartão de visita que nenhum país recusa

Do bule de chá para motor da economia

Começaram a chegar no século XIX vindos sobretudo de Macau para preencher a lacuna deixada pela abolição da escravatura no Brasil. Os primeiros chineses a chegar ao Brasil eram mão-de-obra barata para o sector agrícola e tinham a missão de introduzir o chá no país. Hoje, passados 200 anos, a comunidade chinesa não só está bem estabelecida e integrada, mas também funciona como um pequeno motor na economia brasileira

Monumentos eternos

Mina, Dina, Bela e Guiomar Pedruco são património vivo da RAEM – as únicas quatro irmãs a vencerem um concurso de Misses exibem uma beleza à prova do tempo. Quase 25 anos após a primeira tiara, contam a sua história, actualizada com mais casamentos do que filhos. E muito trabalho, que estas Misses nunca quiseram ser “dondocas”

Vendedores de passados

Foi a pequena loja centenária que fechou, o artesão que deixou de lá estar, o vendilhão que desapareceu daquela rua. O pequeno comércio de Macau tem vindo a ressentir-se de um acelerado desenvolvimento avesso ao tradicional. Enquanto têm as portas abertas vendem passados, muitas vezes, mais como um modo de vida do que de subsistência